domingo, 15 de janeiro de 2012

Asfixia


Estávamos ali.

Dono sabe como me fazer sorrir.

Brincava com meu corpo.

Sua boca sugava meus seios de minuto a minuto. Doíam as mordidas, mas mesmo assim, eu me contorcia de prazer.

“Dono amo ver-te, desse jeito, sobre mim, sem me deixar mexer!”

Entre um carinho e outro, um beijo e outro, meu tesão aflora.

Mas, DONO não quer somente isso, DONO deseja muito mais.

Levanta-se.

Coloca-me de bruços sobre almofadas para que meu quadril fique ao alto.

Vejo serem colocados sobre a cama os brinquedos prediletos de Dono: chicote de três pontas, fio de máquina e a cane.

Meu corpo se arrepia de medo e tesão, até hoje eu não consegui distinguir quando é um quando é outro.

“DONO seus castigos anunciam seu tesão, sua luxúria, sua posse e quando satisfaz seu sadismo, seus carinhos me elevam para um mundo prazeroso!”

“Agora cale a boca e sinta o poder de seu macho diante de ti!”

Sinto a primeira lambada, DONO sabe como preparar meu cérebro, a primeira é fraca, arrepia a pele, nesta hora sinto tesão, em seguida outra e outra, aumentando a força, vou me arrepiando de dor, o barulho me irrita, sinto vontade de gritar com ELE.

DONO pára por alguns instantes, acaricia minha pele, quando sinto sua mão quente sinto meu corpo todo se eriçar, DONO tem mãos quentes, elas passeiam em minha pele acalmando a dor.

Mas, conheço bem este ritual.

Enquanto a dor passa, DONO “PUTO!” já esta preparando a área para a próxima sensação.

DONO nu encosta seu sexo no meu, fazendo meu corpo todo estremecer, acaricia com seu sexo o meu, passa e repassa, chego a ficar sem ar, rebolo de todos as formas para sentir mais e mais meu SENHOR.

“DEMÔNIO que me enlouquece!”

Neste instante DONO começa com o spanking com suas mãos, inicia num ritmo calmo, uma, outra, e sem eu esperar, aplica várias, de um lado e outro de minha bunda, sua mão desce pesada, quanto mais ELE a levanta, mais minha carne treme.

Rebolo descontroladamente para fugir de suas investidas, mas o que eu consigo com isso, é apenas mudar o lugar do tapa, minha carne treme e avermelha, no vai e vem de meus quadris, acaricio o pau de meu DONO com meu sexo, nos deixando extasiados com esta dança maldita.

“FILHO DA PUTA! MÃO PESADA!”

Esbravejo em desespero entre a dor e o tesão.

DONO pára.

Neste instante penso que irei me aliviar da tortura, e imediatamente, sinto um puxão forte em meus cabelos, DONO fala em meu ouvido.

“Cadela insolente! O que você disse?”

“FILHO DA PUTA!”

E, senti a pressão da mão de DONO em meus cabelos mais e mais forte.

“Boca dura! Vai pagar por ela, cadelinha.”

Balanço a cabeça com força, para tentar tirar meus cabelos da mão do DONO.

Esta raiva que sinto do DONO quando ele me pega de jeito me excita, sinto vontade de pular no pescoço DELE, tomar o chicote de sua mão e dar em suas pernas.

DONO é esperto, sabe o que estou pensando e antes que eu me mova, coloca um de seus pés em minhas costas, impedindo-me de me mexer e inicia meu castigo só que agora com a cane.

“PUTO! Só faz isso porque está em vantagem!”

Ouço a risada de DONO deliciosa pelo quarto.

ELE inicia a tortura com calma, bate de leve a cane em minha bunda, como se marcasse o lugar, e quando eu menos espero, ouço o assobio da cane e a dor aguda que se estende faz-me calar por alguns instantes.

DONO espera eu voltar a respirar e aplica outra e outra, e meu corpo todo se contorce, sinto vontade de gritar, mas não consigo, sinto vontade de me mexer, mas não posso, meu corpo não me obedece.

Meu castigo vai sendo intensificado, até que eu já não posso mais respirar, DONO sabe disso, e quando ELE percebe que eu estou no limite, pára.

Acaricia as marcas, eu estremeço, neste momento já não consigo mais segurar as lágrimas, DONO as lambe, brinca com meu rosto, passeia sua língua por onde passam as lágrimas, vai ao meu ouvido e me pergunta... “Paro, cadelinha... Ou, minha menina quer mais?”

Entre as lágrimas, o suspiro, o arrepio e o tesão respondo bem baixinho... “Mais DONO, mais!”

DONO se levanta, pisa em minhas mãos que estão no alto de minha cabeça, e sem dó inicia um spank com o fio de máquina, ELE sabe que eu odeio este fio.

“Merda! Que merda é essa?”.

DONO pára imediatamente, pega meus cabelos me erguendo da cama e me esbofeteia, eu assunto e grito, balançando o cabelo tentando tirar suas mãos, mas uma luta em vão, pois, tudo o que faço é embaraçar ainda mais meus cabelos longos na mão do DONO.

Eu tento me erguer, mas ELE está literalmente montado em mim, sinto-me uma potranca sendo domada a pêlo, DONO se diverte comigo brava daquele jeito, fico me contorcendo para derrubá-lo dali, como uma égua dando pinotes para derrubar o montador, e nada, nada tira DONO de cima de mim, o esforço físico e a excitação vão me cansando, e eu vou diminuindo o ritmo, até que fico quietinha. DONO ali, segurando forte meu cabelo.

Sinto sua respiração ofegante, ELE desce de cima de mim, e eu novamente sinto o arrepio agudo da dor da cane, tento contar para me distrair, tento não chorar, mas, nada mais é possível, eu explodo num choro desesperado.

DONO diminui, diminui, e quando eu percebo, já estou em seu colo, chorando.

Não consigo controlar nada, ali, sou sua peça, ali estou entregue, ali, deixei de ser eu e sou DELE apenas.

DONO vai se aproximando, enrola-me feito uma concha, vai aquecendo meu corpo, conversando comigo para me acalmar.

Quando DONO percebe que já posso ouvi-lo novamente, ELE simplesmente diz em meu ouvido... “Vem!”... “Vem!”

Eu vou me virando e sentindo o calor do DONO, suas mãos me acariciam, sua boca procura a minha, lambe meus lábios, enche minha boca com sua língua faminta, e quando já estou embriagada, começa a massagear meu sexo, ele treme na mão do DONO.

Desta vez DONO não permite que meu gozo venha, foi me manobrando a ponto de colocar sua mão em minha garganta, voltou a me tocar, e quando percebe os espasmos de meu corpo, tampa minha boca e meu nariz impedindo que eu respirasse.

Soltou-me, e eu, ali, de olhos arregalados, recebi mais um beijo do DONO, ELE ordenou-me que respirasse fundo, e tampou-me a boca e o nariz novamente enquanto me massageava, já sentindo sua mão toda molhada com o líquido que escorria de meu sexo.

Novamente fez a mesma coisa só que desta vez, em vez de tampar minha boca, segurou firme minha garganta, impedindo-me de respirar, e quando eu explodi num jato quente que molhou minhas pernas, sua mão e suas pernas, permitiu-me que respirasse sem parar de me tocar e jorrei seguidamente.

Fiquei ali, sem conseguir me mover. Meu corpo inteiro latejava. E, por incrível que pareça eu queria mais e mais.

DONO entrou em mim com força, com vontade, dava-me sua saliva para eu beber, eu queria mais.

DONO entrava em mim com violência, sentia todo seu sexo dentro de mim, eu gemia, gritava, era incoerente o que eu dizia, e quando senti DONO gozando sobre mim, eu gozei mais uma vez.

DONO sabe me mostrar a quão fêmea sou quando estou com MEU MACHO.

DONO DE MIM faz de meu corpo seu brinquedo e tira todo o gozo que pode, pois, MEU DONO sabe como DOMAR, eu, a sua potranca.

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