Novas fases deveriam ser assim, simplesmente recomeçar. Mas, sabemos que não é por aí. Elas nascem depois de um turbilhão de pensamentos, de um tumulto de emoções.
Poderíamos comparar como o BIG BANG.
Enquanto tudo se compacta, emoções se acumulam, as coisas se aproximam, a energia se acumula de tal forma que vai fazendo com que a pressão aumente, e num determinado momento explode.
BUMMM!
Projéteis são lançados no espaço, grandes e pequenos, desenfreados, batendo uns nos outros, matéria quente colidindo com outras cuja temperatura pode estar maior.
Quando estamos de longe observando a grande explosão de outro alguém só conseguimos ver aquilo que aquele ângulo de observação nos permite, somos capazes de deslumbrarmos com algumas formas, gostarmos de algumas cores ou até mesmo tentar prever o caminho de um projétil em relação ao outro, mas nem sempre nosso ângulo de visão nos permite acertar.
Se estivermos dentro, se a grande explosão acontece dentro de nós, estaremos olhando para uma ou outra direção, às vezes inconformados e lamentando situações provenientes com o caminho tomado, nos sentindo indefinidos e indefesos, alheios ao próprio rumo.
No momento da explosão, o barulho ensurdece, e nem mesmo os pensamentos que remetem a razão podem ser ouvidos por nós mesmos, que dirá por aqueles que assistem.
Giramos em nosso próprio eixo, giramos e a principio só conseguimos olhar para nós mesmos, este giro pode nos deixar tontos, “As coisas mudaram!”, é hora de se acostumar com o novo momento, a princípio saber em que rumo está, e depois, quem sabe, sentiremos a necessidade de uma força externa para modificar sabendo muito bem que estes impulsos só ocorrerão porque permitiremos a aproximação, diminuindo nosso campo de defesa.
É claro que após uma explosão desta dimensão não mais seremos aquilo que fomos um dia, modificaremos de maneira radical, mas características fortes e enraizada pelo nicho de nossa criação ainda poderão ser observadas, pois são elas que construirão um novo contexto que nos satisfaça.
Verdade, dignidade, fidelidade, lealdade, sinceridade são algumas virtudes que sempre ficam dentro da gente mesmo que algo muito inovador aconteça. A explosão pode nos fazer perder definitivamente ou ao menos diminuir as intensidades de virtudes mais negativas como egoísmo, inveja, vaidade, negligência, etc.
A explosão é necessária. Tira o ser de sua relação de conveniência em algum tópico de sua vida e o remete a procura de uma relação necessária.
O ser HUMANO lida com a conveniência em suas mais diversas facetas e tem que aprender a lutar para ser NECESSÁRIO em algumas delas, se assim desejar.
Enfim, que assim seja!
(Felicidades a todos nós. Sophie_Vie)
Àqueles que apreciam o mundo BDSM, que estudam e analisam o tema de forma, clara, segura e culta.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Entregue a ti
Entorpecida pelos seus beijos
Não percebo quando suas mãos posicionam-se em minha garganta
Tomada de desejo
Respiro a cada carinho de sua boca em meu seio
Embriagada pelo tesão,
Grito pela necessidade da posse...
Urrando e me mordendo, possui-me como animal..
Embebeda-se de minhas forças e toma meu corpo.
Agarra minha garganta, SENHOR E DONO DE MIM...
Tocando, entrando e saindo faz que meu sexo exploda, jorrando...
Intensa e forte, enquanto devolve-me o ar com a sua boca.
Não percebo quando suas mãos posicionam-se em minha garganta
Tomada de desejo
Respiro a cada carinho de sua boca em meu seio
Embriagada pelo tesão,
Grito pela necessidade da posse...
Urrando e me mordendo, possui-me como animal..
Embebeda-se de minhas forças e toma meu corpo.
Agarra minha garganta, SENHOR E DONO DE MIM...
Tocando, entrando e saindo faz que meu sexo exploda, jorrando...
Intensa e forte, enquanto devolve-me o ar com a sua boca.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Delírio
Dirige-se a mim com supremacia. Eu me rebelo.
Uma força maior faz meu sangue correr, enfrento seu olhar, sorrio.
Sinto seus olhos avermelharem, o brilho me seduz.
DONO mexe seu pescoço alongando-se, ganhando mais força.
Eu viro e rebolo, como se não ligasse.
Tenta me pegar, vira meu braço para trás num golpe.
Eu reajo, viro de um lado para outro, jogo o peso de meu corpo.
Numa distração SUA eu tiro seu equilíbrio, nem sempre dá certo, mas com isso ganho tempo.
Luto com força. Empurro.
DONO torce meus cabelos na mão. Eu grito.
Sua mão afrouxa um pouco. Eu luto mais.
Tenta me segurar me imobilizando, eu enfrento.
Joga seu peso sobre meu corpo.
Eu empurro com todas as forças.
Escapo. Sinto-me forte, corajosa, valente, uma guerreira medieval.
Faz, que faz, que acaba me jogando ao chão.
Segura minha garganta. Prende-me ali, com seu corpo meu corpo, com suas pernas as minhas, sua mão em minha garganta, apertando.
Luto com mais e mais força, me debato, DONO morde minha mão e a segura, a outra eu não tenho coragem de tirar do braço da qual a mão esta em minha garganta, e o ar vai sumindo, sumindo, sumindo, meu corpo todo amolece.
E, respiro fundo com sua boca na minha.
Estou apavorada, respirando, respirando, desesperadamente.
Sua boca me dando ar, sua boca me dando vida, sua boca me trazendo de volta.
Sem forças, sem reservas, entrego-me ao seu Domínio.
Uma onde de calor, desejo, tesão, não sei bem explicar o que é, me desorienta.
Minhas lágrimas temem em cair, um choro forte, compulsivo.
Sinto-me sem forças, entregue a ti.
E, neste instante, DONO transforma-se.
Deixa de ser o FEITOR, deixa de ser o CARRASCO, transforma-se em meu PROTETOR.
ANJO NEGRO PROTETOR.
DONO me coloca no colo, ajuda-me a respirar, sussurra em meu ouvido: “Assim, menina, assim devagar.”
Passa a mão em meus cabelos alinhando-os, há instantes atrás o segurava com violência.
Esta dicotomia me assusta, sinto-me frágil, menina, incapaz de cuidar de mim.
Sinto sua força, sinto DONO comigo, sua presença me preenche por inteiro.
Cuidando de mim, acariciando-me, protegendo-me.
Uma onde de calor começa a invadir meu corpo, preciso do DONO, mais e mais.
E, imploro por sua posse, preciso sentir seu gozo dentro de mim.
E, enquanto me possui, choro e respiro.
Choro e procuro sua boca.
Choro e me perco em meus gemidos de prazer.
Choro e sussurro: “DONO meu, te amo”.
E, quando sinto sua saliva escorrendo por minha garganta, e seu sexo entrando violentamente dentro de mim, indo e vindo, e escuto seu urro de posso, e seu gozo explodindo dentro de mim, uma onde de prazer incontrolável toma conta de todo meu corpo.
Sinto-me jorrar, grito, e DONO me segura forte, me abraça até que os tremores de meu corpo vão se acalmando.
E, DONO me enrosca em seu peito, e beija minha testa, e diz:
“Xiiiiiiuuuu, eu estou aqui.”
Uma força maior faz meu sangue correr, enfrento seu olhar, sorrio.
Sinto seus olhos avermelharem, o brilho me seduz.
DONO mexe seu pescoço alongando-se, ganhando mais força.
Eu viro e rebolo, como se não ligasse.
Tenta me pegar, vira meu braço para trás num golpe.
Eu reajo, viro de um lado para outro, jogo o peso de meu corpo.
Numa distração SUA eu tiro seu equilíbrio, nem sempre dá certo, mas com isso ganho tempo.
Luto com força. Empurro.
DONO torce meus cabelos na mão. Eu grito.
Sua mão afrouxa um pouco. Eu luto mais.
Tenta me segurar me imobilizando, eu enfrento.
Joga seu peso sobre meu corpo.
Eu empurro com todas as forças.
Escapo. Sinto-me forte, corajosa, valente, uma guerreira medieval.
Faz, que faz, que acaba me jogando ao chão.
Segura minha garganta. Prende-me ali, com seu corpo meu corpo, com suas pernas as minhas, sua mão em minha garganta, apertando.
Luto com mais e mais força, me debato, DONO morde minha mão e a segura, a outra eu não tenho coragem de tirar do braço da qual a mão esta em minha garganta, e o ar vai sumindo, sumindo, sumindo, meu corpo todo amolece.
E, respiro fundo com sua boca na minha.
Estou apavorada, respirando, respirando, desesperadamente.
Sua boca me dando ar, sua boca me dando vida, sua boca me trazendo de volta.
Sem forças, sem reservas, entrego-me ao seu Domínio.
Uma onde de calor, desejo, tesão, não sei bem explicar o que é, me desorienta.
Minhas lágrimas temem em cair, um choro forte, compulsivo.
Sinto-me sem forças, entregue a ti.
E, neste instante, DONO transforma-se.
Deixa de ser o FEITOR, deixa de ser o CARRASCO, transforma-se em meu PROTETOR.
ANJO NEGRO PROTETOR.
DONO me coloca no colo, ajuda-me a respirar, sussurra em meu ouvido: “Assim, menina, assim devagar.”
Passa a mão em meus cabelos alinhando-os, há instantes atrás o segurava com violência.
Esta dicotomia me assusta, sinto-me frágil, menina, incapaz de cuidar de mim.
Sinto sua força, sinto DONO comigo, sua presença me preenche por inteiro.
Cuidando de mim, acariciando-me, protegendo-me.
Uma onde de calor começa a invadir meu corpo, preciso do DONO, mais e mais.
E, imploro por sua posse, preciso sentir seu gozo dentro de mim.
E, enquanto me possui, choro e respiro.
Choro e procuro sua boca.
Choro e me perco em meus gemidos de prazer.
Choro e sussurro: “DONO meu, te amo”.
E, quando sinto sua saliva escorrendo por minha garganta, e seu sexo entrando violentamente dentro de mim, indo e vindo, e escuto seu urro de posso, e seu gozo explodindo dentro de mim, uma onde de prazer incontrolável toma conta de todo meu corpo.
Sinto-me jorrar, grito, e DONO me segura forte, me abraça até que os tremores de meu corpo vão se acalmando.
E, DONO me enrosca em seu peito, e beija minha testa, e diz:
“Xiiiiiiuuuu, eu estou aqui.”
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